sexta-feira, 17 de abril de 2009

Cinco alimentos indispensáveis:

1) Frutas cítricas: Como a laranja. Cheias de vitamina C, previnem infecções comuns, como as gripes.
2) Arroz e feijão: Juntos, têm aminoácidos essenciais, responsáveis pela formação das proteínas que ajudam no crescimento e desenvolvimento do corpo.
3) Leite: Por conter bastante cálcio, a bebida e seus derivados fazem bem para ossos e dentes.
4) Peixe: Ótima fonte de proteína como qualquer outra carne. Seu diferencial, no entanto, é a presença de ômega 3, substância que aumenta o nível do bom colesterol.
5) Espinafre: Rico em potássio, além de ajudar no problema de pressão alta, combate a depressão e melhora o funcionamento do sistema nervoso.

Obs: Estes alimentos não podem faltar, pelo menos, nos 4 dias da semana no seu cardápio.

Fonte: ultragaz.com.br

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Veneno e cola nos pulmões

Veja algumas das 4.700 substâncias tóxicas presentes nos cigarros:

Formol: conservante de cádaver
Naftalina: veneno para os insetos
chumbo: metal que causa câncer
Nicotina: droga, causa dependência
Acetona: removedor de esmalte
Amônia: usada em desifetantes
Monóxido de carbono: gás que sai dos carros
Tolueno: Solvente presente em colas e explosivos.

Fonte: internet

Em tempo: Para fabricar apenas 300 cigarros, se destrói uma árvore. No Brasil, são consumidos anualmente 128 bilhões de cigarros, o que corresponde à destruição de 426 milhões de árvores!

Fonte: Jornal Aqui-28/04/2009.BH/MG.

O lixo na natureza

Veja quanto tempo alguns materiais demoram para se decompor ao serem despejados em aterros sanitários:
Significado: Decompor= sumir,estragar,desaparecer.

Latas de alumínio: mais de 1000 anos
Plásticos: mais de 100 anos
cigarro: 1 a 2 anos
vidro: mais de 10 mil anos
papel: 3 meses ou mais
chiclete: 5 anos
Pneus: mais de 100 anos

Fonte: site/planeta sustentável

No mar:

Vidro : tempo indeterminado.
Fralda descartável: 600 anos
Alumínio: 500 anos
Papel: 2 a 4 semanas
sacos plásticos: 40 anos
Palito de fósforo: 6 meses
Garrafas plásticas: tempo indefinido.

Fonte: lixo.com.br

terça-feira, 14 de abril de 2009

O HALO SOLAR E LUNAR:

HALO SOLAR:O fenômeno se forma quando os raios do sol são refletidos pelos cristais de gelo que estão suspensos no ar. Dependendo do tipo de nuvem, é possível ver um arco-íris redondo em volta do sol.


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HALO LUNAR:é produzido quando uma extensa camada de nuvens altas contendo cristais de gelo cobre de forma uniforme o céu. Todos os cristais de gelo refractam a luz segundo um mesmo ângulo e produzem o halo.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Serão os animais realmente os irracionais?

Um grito de dor e lamento :
Aquela ave que fez toda a cerimônia de despedida, quando o bando já ia alto, inesperadamente voltou ao corpo inerte no chão e, num grito de não aceitação da morte, tenta novamente chamar o companheiro à vida. Desesperada, mas com amor e carinho, ela se despede do companheiro, revelando o seu sentimento de dor.


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Um cachorro foi visto no meio de uma avenida com muito trânsito cuidando de seu amigo que foi atropelado por um carro. Usando a pata, o cachorro tentava acordar seu amigo que estava morto.
O cachorro tentava empurrar seu amigo para fora da avenida. E quando alguma pessoa tentava ajudar, ele rosnava e afugentava os que se aproximavam dele.
Apesar do tráfego pesado, o cachorro não abandonava seu amigo.
As pessoas ficaram impressionadas de como um cachorro vira-lata podia ser tão leal!

A POLUIÇÃO DAS PILHAS E BATERIAS

Pilhas e baterias contêm metais pesados que podem contaminar água e alimentos, atingindo o homem. Há sugestões para que os fabricantes recolham pilhas usadas e se responsabilizem pela sua reciclagem.
Baterias de celular e pilhas podem contaminar o meio ambiente. Esses produtos contêm metais pesados altamente tóxicos que, quando jogados no lixos das grandes cidades, podem vazar e atingir os lençóis freáticos e plantações de alimentos. Esses metais, como chumbo e cádmio, podem provocar doenças no sistema nervoso e comprometer ossos e rins. Segundo estimativas do Ministério do Meio Ambiente, onze toneladas de baterias de telefones celulares são descartadas anualmente – um número que está em crescimento acelerado. Nesse período, também vão para o lixo milhões de pilhas e baterias usadas em brinquedos, relógios e calculadoras. A maioria desses dejetos acaba misturada aos 33 milhões de toneladas de lixos domésticos gerados por ano.
Mas o que fazer com esse lixo tóxico? Nossa leitora Márcia Gil Knobel, que é consultora ambiental, nos enviou uma carta levantando essa questão. “Como os fabricantes pretendem reparar ou diminuir os danos ao ambiente e à saúde causados pelo vazamento dos metais pesados contidos nas pilhas e baterias?”, pergunta ela.
Na Europa, coleta seletiva:
Por enquanto, não há resposta. O governo e os fabricantes ainda não sabem o que fazer com esse lixo. A maioria das baterias e pilhas acaba misturada ao lixo doméstico, sem tratamento adequado. No Brasil, não existem aterros públicos apropriados para substâncias perigosas. Conseguir recolher e confinar desses produtos já seria um avanço. “Os consumidores poderiam trocar as pilhas e baterias velhas por novas, pagando um preço com desconto. Dessa forma, esses produtos voltariam para os fabricantes, que se responsabilizariam pela reciclagem ou armazenamento desses materiais em aterros especiais”, sugere Márcia.
Outros países estão tomando iniciativas desse tipo. Em Portugal, por exemplo, as pilhas são entregues ao fabricante ou importador, que se encarrega de enviá-los para a reciclagem ou para algum lugar onde possam ser destruídas sem perigo para o meio ambiente. Na verdade, todos os integrantes da União Européia, com exceção do Reino Unido, possuem leis que regulamentam a coletiva seletiva de pilhas e baterias. Em 2003, deverá entrar em vigor uma nova legislação, que imporá uma tremenda redução nos níveis de materiais tóxicos presentes nesses produtos, como chumbo e cádmio. Nos Estados Unidos também é feita a coleta seletiva de pilhas usadas.
Poucas iniciativas para solucionar o problema:
Algumas empresas no Brasil já estão se conscientizando do problema, mas ainda são muito poucas – e fazem muito pouco. A Motorola, líder no mercado nacional de celulares, está aconselhando seus consumidores a devolver as baterias usadas à rede de assistência técnica. Segundo a empresa, como ainda não há tecnologia para a reciclagem de baterias e nem aterros apropriados para esses materiais, por enquanto eles apenas estão sendo armazenados em sua fábrica de Jaguariúna (SP), à espera de uma decisão do governo sobre o destino desses produtos.
A reciclagem de baterias tóxicas já é feita no Brasil, mas só com as de automóveis, que contêm chumbo. Isso obedece a razões econômicas. Para as empresas, a reciclagem é lucrativa porque o chumbo precisa ser importado. O consumidor também pode se valer desse fato. Muitas lojas concedem um desconto de alguns reais quando o freguês entrega a bateria velha no momento de comprar a nova.

FONTE:http://www.idec.org.br

Lixo no espaço.


Poluição espacial:
Muito tem se discutido o que fazer com o lixo nuclear. Alguns profissionais da área de educação ambiental concordam em jogar o lixo radioativo no espaço, por ser o universo infinito. Mas outros no entanto não concordam,pois acham que o ser humano tem que se virar com o próprio lixo produzido (ou não produzi-lo).

"Mais de 9.000 pedaços de destroços espaciais orbitam a Terra, um perigo que só tende a piorar nos próximos anos, de acordo com cientistas da Nasa. E não existe um método econômico e funcional de limpar a bagunça. Os pedaços de lixo espacial de 10 centímetros ou mais totalizam 5.000 toneladas, de acordo com relatório que será publicado na edição desta sexta-feira da revista Science.
Mesmo se todos os lançamentos ao espaço fossem interrompidos agora - e não serão - a coleção de destroços continuaria a aumentar, na medida em que objetos em órbita colidem uns com os outros e se quebram em fragmentos ainda menores, disse um dos autores do trabalho, J.C. Liou, em entrevista à agência Associated Press.

"Mas não queremos dizer que o céu esteja caindo", disse ele. "Só que é preciso entender os riscos".

A área mais lotada de fragmentos encontra-se entre 885 km e 1005 km de altitude, disse Liou, explicando que isso representa um risco menor para os vôos espaciais tripulados. A Estação Espacial Internacional orbita a 402 km, e o alcance do ônibus espacial não supera os 603 km. Mas o depósito de lixo orbital poderá representar um perigo para vôos comerciais e científicos.

Boa parte dos destroços são produto da explosão de satélites, principalmente estágios superiores deixados em órbita contendo combustível ou líquidos sob pressão".

Fonte: internet
Foto: arquivo pessoal